terça-feira, 26 de outubro de 2010


Dagoberto Nogueira já inicia corrida pela prefeitura de Campo Grande





Valdelice Bonifácio



Dagoberto Nogueira tem pela frente nove semanas como deputado federal. Depois disso, a partir de janeiro de 2011, estará sem mandato e livre para articular seu próximo projeto político: concorrer à prefeitura de Campo Grande em 2012.



“Quero tirar a Capital da mesmice tenho muitas idéias para esta cidade”, conta o parlamentar, atual presidente regional do PDT. O deputado federal concorreu ao cargo em 2004 quando obteve 52.929 votos ficando na terceira colocação. Dagoberto relembra que na ocasião, entrou na campanha de última hora. “Eu não tinha me preparado para a disputa. Nem as candidaturas a vereador a gente tinha organizado”, menciona.



Desta vez, está sendo o primeiro nome a dar a largada na preparação para a disputa. “Tenho que começar o quanto antes, já que temos poucos recursos, fazemos campanha na base do esforço”, explica.



Dagoberto já planeja um grande ato de filiações, possivelmente, no mês de março, em Campo Grande.



“Vamos receber pessoas de outros partidos que querem concorrer a vereador, mas que nunca tiveram oportunidade nas siglas onde estão”, diz o parlamentar, já pensando na base de sustentação na Câmara de Vereadores.



Apoio do PT


Dagoberto conduziu o PDT a apoiar Zeca do PT nas eleições deste ano, mas não sabe se irá propor coligação para 2012.



“Primeiro teremos que montar uma estratégia. Não sabemos se será melhor juntou ou separados. Mas do ponto de vista de hoje, acho que talvez seria melhor cada um ter seu candidato a prefeito”, avalia.



O deputado revela já ter falado com Zeca do PT e com o deputado federal Vander Loubet (PT) sobre as eleições de 2012. “Não nos aprofundamos em detalhes. Temos que ver primeiro quem serão os candidatos para depois definirmos se a aliança realmente é melhor para os dois”, pondera.



Presidência do PDT


O mandato provisório de Dagoberto à frente do PDT regional vence em março de 2011. Ele afirma que não faz questão de continuar na presidência do partido e sugere um nome para substituí-lo.



“Temos um deputado estadual eleito, o Felipe Orro. É um bom nome para assumir. Eu faria muito gosto”, revela.



Dagoberto assumiu a sigla depois da recusa de João Leite Schimidt, presidente de honra do PDT, em permanecer no posto. Schimidt já estava afastado do trabalho na legenda quando foi convocado pela cúpula nacional para assumir a presidência da sigla provisoriamente, no ano passado, após deposição (por influência de Dagoberto) do então presidente, deputado estadual Ary Rigo.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Prefeito de Anastácio, Cáudio Valério, morre em Campo Grande

Prefeito de Anastácio, Cáudio Valério, morre em Campo Grande






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Laura Holsback
Divulgação



O prefeito de Anastácio, Cláudio Valério da Silva, de 55 anos, morreu em decorrência de uma parada cardíaca, às 3h25 dessa madrugada no Proncor, em Campo Grande. Ele será velado na Câmara Municipal de Anastácio, a partir das 10h30 (horário previsto para a chegada do corpo).
De acordo com a assessoria da prefeitura, há alguns anos Cláudio sofreu um infarto e periodicamente realizava exames. Ontem (20), teve de passar por uma cirurgia urgente para a implantação de pontes de safena, mas teve complicações, e não resistiu.
Severina Maria do Nascimento Valério estava ao lado do marido quando ele passou mal. Ela chegou ao hospital à meia-noite para acompanhá-lo. O prefeito também deixa três filhos, um deles in memória.
Cláudio Valério da Silva estava no segundo ano do seu quarto mandato de prefeito da cidade. Ele foi radialista, professor, poeta, membro da Academia Maçônica Sul-mato-grossense de Letras, Deputado Estadual e Presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).
A princípio, o sepultamento está marcado para amanhã (22), às 8h, no Cemitério da Colônia Pulador, mas deve ser confirmado após a chegada da esposa no município.
Quem deverá assumir a prefeitura é o vice Douglas Figueiredo, do PSDB.
Recentemente, outro prefeito faleceu por problemas de saúde. Evandro Bazzo, de Jardim, lutava contra o câncer e morreu em 17 de setembro, após ter permanecido internado por uma semana em uma clínica de Campo Grande.
(Matéria editada às 10h05 para acréscimo de informações)

sábado, 24 de julho de 2010

CoroneL PaiM - Candidato a Deputado Estadual - 12777 (Coligação "A Força do Povo") presente na Campanha de Dilma Presidente




A chapa do CoroneL PaiM:


Dilma - Presidente


Zeca do PT - Governador de MS


Dagoberto - Senador


Delcídio - Senador


Pastora Simone Paim - Deputada Federal - 1236 PDT


CoroneL PaiM - Deputado Estadual - 12777 PDT

sábado, 3 de abril de 2010

FAB suspende apresentações da Esquadrilha da Fumaça após acidente fatal

do UOL Notícias

No Rio de Janeiro

A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou hoje a suspensão provisória das apresentações da Esquadrilha da Fumaça após o acidente ocorrido nesta sexta-feira, que provocou a queda de uma das aeronaves e a morte de um capitão.

As exibições ficarão suspensas durante as investigações sobre as causas do acidente, segundo a Aeronáutica.

O acidente ocorreu no final da tarde de sexta-feira em Lages (SC) quando seis pilotos da Esquadrilha faziam uma demonstração diante de quase dez mil pessoas para comemorar o aniversário do aeroclube local.

Uma das aeronaves T-27 Tucano da esquadrilha bateu violentamente contra o solo por causas ainda desconhecidas e seu piloto, o capitão Anderson Amaro Fernandes, morreu de forma imediata.

Fernandes tinha 33 anos de idade e quase 14 de experiência como piloto. Ele já tinha participado de 180 apresentações da Esquadrilha da Fumaça.


O acidente ocorreu no final da tarde de sexta-feira em Lages (SC) quando seis pilotos da Esquadrilha faziam uma demonstração diante de quase dez mil pessoas para comemorar o aniversário do aeroclube local.

Uma das aeronaves T-27 Tucano da esquadrilha bateu violentamente contra o solo por causas ainda desconhecidas e seu piloto, o capitão Anderson Amaro Fernandes, morreu de forma imediata.

O corpo do capitão foi levado inicialmente para Pirassununga (SP), onde fica a base da esquadrilha, mas será sepultado em Fortaleza, sua terra natal.

O acidente está sendo investigado por peritos militares do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que não tem previsão da duração da suspensão das apresentações.

O último acidente com aeronaves da Esquadrilha da Fumaça tinha ocorrido em fevereiro de 2004, quando dois T-27 colidiram no ar durante um treinamento no estado de São Paulo, mas seus pilotos conseguiram salvar-se.

A Esquadrilha da Fumaça começou a atuar em 1952 e fez mais de três mil demonstrações de acrobacias aéreas no Brasil e em outros países. Seus pilotos precisam ser formados pela Academia da Força Aérea (AFA) e ter mais de 1.500 horas de voo.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Dassault diminui preço, e Lula escolhe caça francês

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da Folha Online

Hoje na Folha O presidente Lula e o ministro Nelson Jobim (Defesa) bateram o martelo a favor do caça Rafale após a francesa Dassault reduzir de US$ 8,2 bilhões (R$ 15,1 bilhões) para US$ 6,2 bilhões (R$ 11,4 bilhões) o preço do pacote de 36 aviões para a Força Aérea Brasileira, informa a colunista Eliane Cantanhêde em reportagem publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível somente para assinantes do jornal ou do UOL).

O Rafale ficou em último no relatório técnico da FAB, que trouxe em primeiro o caça sueco Gripen e em segundo o americano F-18, da Boeing.

Mesmo com a redução, os aviões franceses têm preço muito superior: a proposta sueca foi de US$ 4,5 bilhões, e a dos EUA de US$ 5,7 bilhões. Somando o custo estimado de manutenção em 30 anos, ao fim do período de vida útil o gasto com os caças será de R$ 18,8 bilhões.

O corte de US$ 2 bilhões na oferta francesa foi concluído no sábado, quando Jobim foi a Paris. A opção pela França, porém, foi definida há mais de um ano --o Planalto vê a decisão como política e o país como parceiro estratégico.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

FAB prefere caça sueco a francês

da Folha Online

Hoje na Folha O caça francês Rafale, da empresa Dassault, ficou em terceiro e último lugar no relatório técnico que a Aeronáutica entregou ao ministro Nelson Jobim (Defesa) sobre o projeto de compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira. O Gripen NG, da sueca Saab, foi o mais bem avaliado, e o F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, ficou em segundo, informa a reportagem da colunista Eliane Cantanhêde.

O resultado tende a gerar constrangimentos no governo e mais atrasos para a decisão sobre o projeto ao contrapor a avaliação técnica da Aeronáutica à preferência política do presidente Lula e da área diplomática pelos franceses. A decisão pró-Rafale chegou a ser anunciada em nota oficial, em setembro; o governo recuou após repercussão negativa na FAB e entre concorrentes.

O Planalto pode ignorar o relatório e ficar com o Rafale ou desagradar à França e optar pelo Gripen NG. Formalmente, Lula pode escolher qualquer um dos três.

De acordo com a reportagem, o "sumário executivo" do relatório da FAB, com as conclusões finais das mais de 30 mil páginas de dados, apontou o fator financeiro como decisivo para a classificação do caça sueco: o Gripen NG, até por ser monomotor e ainda em fase de projeto (se baseia no Gripen atual, uma versão inferior em performance), é o mais barato dos três concorrentes finais.